FAMÍLIA

"Não separe o homem, o que Deus uniu."

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Pós Encontro do dia 03/04

No dia 03 de abril de 2013, foi realizado na Igreja São Vicente de Paulo o pós Encontro sob a coordenação de Bosco e Paula. O tema abordado foi a Jornada da Juventude 2013.








domingo, 24 de março de 2013

PÓS ENCONTRO

PÓS ENCONTRO

03/04/2013

Igreja de São Vicente de Paulo

19:30h

ECC


O QUE É O ECC?

O Encontro de Casais com Cristo – ECC – é um serviço da Igreja, em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus, aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é "ser Igreja hoje" e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a Justiça Social.
A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda a Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocação. Deve partir do conceito exato de matrimônio e de família, à Luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja (Orientações pastorais sobre o matrimônio – CNBB Doc. Nº 12) (DN-pág. 13)

 

COMO NASCEU?

Nasceu da inquietude de um sacerdote (Pe. Alfonso Pastore) que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, à Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.
Teve início em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, em São Paulo-SP. Como disse textualmente o seu fundador: "Começou porque Deus quis, e a presença e atividade do ECC no Brasil são a prova da ação de Deus na humanidade"



OBJETIVOS PASTORAIS DO ECC


O Encontro de Casais com Cristo – ECC - é um SERVIÇO da Igreja para evangelizar a família, primeiro núcleo de inculturação e da evangelização, “Igreja Doméstica” e “santuário da vida”, e para despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integrados na Pastoral de Conjunto da (Arqui)Diocese.



DESENVOLVIMENTO


O ECC foi idealizado pelo Pe. Alfonso Pastore para ser desenvolvido em três etapas distintas, indispensáveis, inter-relacionadas entre si, cada uma com características e finalidades próprias. Uma etapa prepara a outra e deve ser observada a partir de um crescimento de seus integrantes e de sua comunidade.



• 1ª ETAPA


É o momento evangelizador e missionário, é o despertar, é o chamamento aos casais afastados da Igreja. Esta etapa visa, principalmente: despertar os casais para que vivam seu casamento de uma maneira cristã, a partir dos valores humanos e cristãos do casamento, das graças do Sacramento do Matrimônio e da Espiritualidade Conjugal, Familiar e Apostólica; inspirar um maior relacionamento entre os cônjuges e demais membros da família; levar os casais da paróquia a atuar nos seus diversos setores, abrindo-lhes possibilidades de doação e, por meio do Pós-Encontro, dar-lhes motivação para se engajarem; criar a convivência fraterna nas paróquias como o grande apelo, a grande missão do ECC.



• 2ª ETAPA


Esta etapa pretende levar o casal a refletir sobre o verdadeiro sentido da fé batismal, para que ele viva plenamente a mensagem de Jesus Cristo; visa ainda a dar conhecimento aos casais dos Documentos da Igreja e das Diretrizes da Ação Evangelizadora, mostrando, finalmente, o que é “ser Igreja no mundo de hoje”.



• 3ª ETAPA

Esta etapa vai propor aos casais uma reflexão profunda, séria e adulta do homem que vive numa sociedade cheia de injustiças, de opressão, de miséria, de egoísmo, de dominação e de marginalização; leva os casais a refletirem sobre a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, e seu relacionamento com os outros homens, bem como as injustiças sociais que o impedem de ser “pessoa” e viver como cristão; preparar os filhos para a realidade do dia-a-dia, para o “ser” e não para o “ter”.
 


ESPÍRITO DO ECC


O ECC é um serviço-escola. Não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. Apresenta-se como um “SERVIÇO DA IGREJA ÀS FAMÍLIAS DA PARÓQUIA”. É essencialmente paroquial. Esta é a característica fundamental. Pe. Alfonso Pastore chega a dizer que “quem lhe retirar essa característica (paroquialidade) arranca-lhe a alma”. O ECC é feito de casais para casais. É ainda um serviço que procura apresentar aos casais uma visão da Igreja, por meio de seus Documentos e Encíclicas, e de sua Doutrina Social.

Espiritualidade - É a tônica do ECC e se fundamenta em 5 pontos básicos:

a) DOAÇÃO – essência da vida cristã;

b) POBREZA – atitude evangélica fundamental para se colher o Reino de Deus;

c) SIMPLICIDADE – atitude que se traduz num estilo simples, espontâneo e autêntico no relacionamento com os outros. 

d) ALEGRIA – nasce da certeza da vitória do bem e é experimentada no encontro, na partilha, na doação, na comunhão com o outro.

e) ORAÇÃO – é uma relação pessoal do homem com Deus em Jesus Cristo.

Juntam-se as estes valores a FRATERNIDADE, a GRATUIDADE e a MISSIONARIEDADE.


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Como foi citado acima, (ver www.ecc.conselhonacional.com.br)
"O ECC não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC", ou seja, a cada novo Encontro outros casais estão aptos e devem dá seu testemunho e trabalhar. Existem muitas Pastorais precisando de nós, vamos nos engajar. Vamos colocar em prática o que aprendemos!




quinta-feira, 21 de março de 2013

PAPA FRANCISCO NA JORNADA DA JUVENTUDE



Papa Francisco confirma ida à Jornada Mundial da Juventude



Compromisso foi reafirmado em encontro com Dilma Rousseff.
Tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, foi lembrada pelo pontífice.


O Papa Francisco confirmou em um encontro com a presidente Dilma Rousseff que visitará o Brasil na Jornada Mundial da Juventude, em julho.
As impressões foram as melhores, disse a presidente. “Ele é uma pessoa extremamente carismática e, ao mesmo tempo, com um grande compromisso com os pobres”, afirmou Dilma Rousseff.
O encontro fortemente amigável, levemente político e de preparação para a Jornada Mundial da Juventude ajudou a esclarecer as intenções do Papa. “A importância da juventude na construção do futuro da humanidade, e ele espera presença massiva de jovens”, disse Dilma.
O Papa Francisco anunciou que depois do Rio de Janeiro, vai a Aparecida. Em 2007, o então cardeal Jorge Bergoglio participou ativamente do encontro dos bispos latino-americanos em Aparecida, onde também esteve Bento XVI.

As conclusões de Aparecida poderão servir como base para o seu pontificado: mais poder aos bispos, e uma Igreja voltada para os pobres.

A tragédia na boate Kiss, em Santa Maria, no sul do Brasil, foi lembrada pelo pontífice. “Ele disse o seguinte: eu fiquei muito comovido com a questão que ocorreu em Santa Maria, e acho que a gente tem na vida que demonstrar força e ternura, e, em Santa Maria, o Brasil demonstrou força e ternura”, disse a presidente.

No final da entrevista, o repórter estrangeiro abordou a presidente, e disse “Venho da Argentina, o país do Papa”. Dilma respondeu: “Eu acho que vocês têm muita sorte, é um grande Papa. A Argentina está de parabéns. Agora a gente sempre diz: o Papa é argentino, mas Deus é brasileiro”.
Ilze ScampariniRoma, Itália


Evangelho do dia 21/03/2013


Evangelho (João 8,51-59)

Quinta-Feira, 21 de Março de 2013
5ª Semana da Quaresma


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: 51“Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte”. 52Disseram então os judeus: “Agora sabemos que tens um demônio. Abraão morreu e os profetas também, e tu dizes: ‘Se alguém guardar a minha palavra jamais verá a morte’. 53Acaso és maior do que nosso pai Abraão, que morreu, como também os profetas? Quem pretendes ser?”
54Jesus respondeu: “Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. 55No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra. 56Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia; ele o viu, e alegrou-se”. 57Os judeus disseram-lhe então: “Nem sequer cinquenta anos tens, e viste Abraão!” 58Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, antes que Abraão existisse, eu sou”. 59Então eles pegaram em pedras para apedrejar Jesus, mas ele escondeu-se e saiu do Templo.

- Palavra da Salvação. 

domingo, 10 de março de 2013

BAILE DAS MÃES

DIA: 11/05/2013
AABB
PARTICIPEM!



Reunião de Coordenadores de Círculos

ATENÇÃO, AMIGOS!


Reunião dos coordenadores de Círculos do ECC

17/03/2013  

Igreja  Matriz de Nossa Senhora das Graças 

às 19:30h. 





Pós encontro ECC

03/04/2013. 

Obs.: Local e horário serão informados em breve.

Evangelho do dia 10/03/2013


A parábola dos dois filhos - Lc 15,1-3.11-32

Todos os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. Os fariseus e os escribas, porém, murmuravam contra ele. "Este homem acolhe os pecadores e come com eles". Então ele contou-lhes esta parábola: "Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: 'Pai, dá-me a parte da herança que me cabe'. E o pai dividiu os bens entre eles. Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. Quando tinha esbanjado tudo o que possuía, chegou uma grande fome àquela região, e ele começou a passar necessidade. Então, foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu sítio cuidar dos porcos. Ele queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. Então caiu em si e disse: 'Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. Vou voltar para meu pai e dizer-lhe: 'Pai, pequei contra Deus e contra ti; já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados'. Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e foi tomado de compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e o cobriu de beijos. O filho, então, lhe disse: 'Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho'. Mas o pai disse aos empregados: 'Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. Colocai-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei um novilho gordo e matai-o, para comermos e festejarmos. Pois este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado'. E começaram a festa. O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. Ele respondeu: 'É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque recuperou seu filho são e salvo'. Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistiu com ele. Ele, porém, respondeu ao pai: 'Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. Mas quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com as prostitutas, matas para ele o novilho gordo'. Então o pai lhe disse: 'Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver, estava perdido e foi encontrado'".

Palavras da Salvação!
Glória a Vós, Senhor!

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Encontro de Noivos



Paróquia de Sant’Ana realiza 
com noivos

A Diocese de Caruaru, a Paróquia de Sant’Ana e a Pastoral Familiar de Gravatá, realizarão nos dias 01, 02 e 03 de março o tradicional Encontro de Noivos, no salão da Igreja de São José no bairro do Terreno do Banco.

As inscrições para o encontro serão feitas no dia 01 de março no salão da Igreja de São José, a partir das 19h.






Papa Bento XVI




14/02/2013 11h43 - Atualizado em 14/02/2013 17h50   -  http://g1.globo.com



Papa fez declaração durante encontro com padres em Roma.
Ele afirmou que estará sempre perto de todos.



O Papa Bento XVI indicou nesta quinta-feira (14) que pode ficar em isolamento, longe dos olhares públicos, após deixar o papado no final do mês.
"Mesmo me retirando para rezar, estarei sempre perto de todos vocês e tenho certeza que vocês estarão perto de mim, mesmo se eu permanecer escondido do mundo", disse ele em declaração de improviso a padres da diocese de Roma.
Bento XVI pediu nesta quinta uma "verdadeira renovação" da Igreja Católica, durante encontro com sacerdotes da Diocese de Roma.
A reunião já prevista, mas ela teve seu significado ampliado, já que será a última vez que se reúne com eles antes de renunciar ao pontificado, o que deve ocorrer em 28 de fevereiro.
"Temos que trabalhar para que se realize verdadeiramente o Concílio Vaticano II e se renove a Igreja", disse.
Os bispos auxiliares da diocese e as centenas de sacerdotes receberam o papa alemão com aplausos, vivas e outras demonstrações de carinho.
O papa entrou apoiado em um bastão, enquanto os aplausos se mesclavam com o canto 'Tu sei Petrus' (Tu és Pedro).
Bento XVI respondeu com um largo sorriso e dando várias vezes obrigado pelas mostras de carinho.
Bem humorado, ele contou piadas e falou sobre episódios de seu passado.
Secretário
O secretário do Papa e prefeito regional da Casa Pontifícia, Georg Gänswein, e as quatro laicas consagradas da comunidade "Memores Domini" que cuidam do pontífice acompanharão Bento XVI durante sua estadia em Castelgandolfo e depois no mosteiro do Vaticano onde ele vai morar.

A informação foi dada pelo porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, que afirmou que Gänswein continuará como prefeito regional da Casa Pontifícia, mas viverá no mesmo mosteiro que o papa.

Lombardi afirmou que, mesmo quando Bento XVI não for mais papa, sua segurança será feita pela gendarmaria vaticana.
Lombardi disse também que ainda não há uma "indicação precisa" sobre o título que Bento XVI receberá assim que deixar o pontificado.

Questionado se perderá o nome de Bento XVI, Lombardi negou, afirmando que esse foi seu nome de papa e será mantido, "como é normal e lógico".
'Divisões' da Igreja
Na véspera, durante a Missa de Quarta-Feira de Cinzas, o Papa afirmou que a Igreja "está desfigurada" pela "divisões em seu corpo eclesiástico".
"A qualidade e a verdade da relação com Deus é o que certifica a autenticidade de todos os sinais religiosos", disse o pontífice no sermão.
Depois, ele denunciou a "hipocrisia religiosa, o comportamento dos que querem aparentar, as atitudes que buscam os aplausos e a aprovação".
'Pelo bem da Igreja'
Mais cedo, na primeira fala em público desde que anunciou sua renúncia, ele disse que tomou a decisão de abandonar o pontificado "em plena liberdade, pelo bem da Igreja".
Bento XVI disse que "orou arduamente e examinou sua consciência" antes de tomar a decisão.
O pontífice alemão, de 85 anos, reiterou que está consciente da gravidade da decisão, mas também que está consciente da diminuição de suas forças espirituais e físicas.
Ele disse ter certeza que a Igreja iria sustentá-lo com orações e que Cristo continuará sendo seu guia.
Na audiência, o Pontífice recebeu no Vaticano mais de 3.500 fiéis e peregrinos para a sua catequese e fez a saudação em várias línguas, entre as quais o português, falando sobre o período da Quaresma (assista no vídeo acima). Ele agradeceu à presença de fiéis, citando literalmente as cidades de Curitiba e Porto Alegre. Leia a íntegra.
Na terça-feira, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi, disse que o Papa Bento XVI está usando um marcapasso cardíaco "há algum tempo", mas que seu estado de saúde é bom e que ele estava "lúcido e sereno" quando tomou a histórica decisão de encerrar precocemente seu pontificado.




Gesto do Papa foi um novo passo de evangelização, diz Cardeal


Gesto do Papa foi um novo passo de evangelização, diz Cardeal





"Esta atitude dele [do Papa Bento XVI] ainda foi um passo novo da sua evangelização e missão", disse o Cardeal João Braz Aviz, Prefeito da Congregação para a Vida Religiosa, que esteve presente no Consistório em que o Santo Padre renunciou ao ministério petrino. O cardeal ressalta também que a atitude do Papa foi corajosa, humilde, simples; uma atitude – por ele mesmo dita – rezada e meditada, um ato de amor para a própria Igreja.
Dom João relata que a apresentação da renúncia de Bento XVI não era do conhecimento de nenhum dos cardeais e todos ficaram surpresos com a decisão. "Nós fomos convocados pelo Papa para um Consistório e, normalmente, nessa época tem um Consistório para a aprovação dos nomes dos novos santos."
O cardeal explica que o Consistório, realizado nessa segunda-feira, 11, se desenvolveu com normalidade. "Tivemos em torno de 45 minutos das várias partes: a apresentação da vida dos santos e como foram os processos. De repente, em latim, o Papa começou a falar da sua demissão. Sinceramente, foi uma surpresa muito grande, assim como para os outros, pois, vi a reação dos cardeais".
De acordo com o Cardeal Aviz, a demissão de Bento XVI cria uma situação de passagem para a Igreja. Um fato raro na história da fé católica e que há séculos não se via. No entanto, segundo Dom João, o Papa havia dado indícios de sua saída no livro Luz do Mundo, escrito por ele, e em outras ocasiões. 
Para o cardeal, a atitude do Papa é de muita profundidade, honestidade interior e de uma pessoa que é madura e santa. O Papa não teve "nenhum compromisso com o poder nesse sentido, e sim com a missão, o desejo de servir a Igreja, como ele sempre disse: 'Eu sou um humilde servo da vinha do Senhor'. 
Bento XVI presenciou de perto todo o sofrimento, toda "a paixão", inclusive, a agonia dos últimos dias da vida de João Paulo II. Dom João explica que, por essa razão, algumas pessoas podem pensar: por que o Santo Padre não fez o mesmo, levando seu Pontificado até o fim? E refletiu que, talvez, a atitude do Papa em renunciar seja um gesto de poupar a Igreja de novamente passar, outra vez, por tudo isso. 
O que acontece agora? 
A partir do dia 28 de fevereiro todas as autoridades do Vaticano serão destituídas, inclusive o cardeal, Secretário de Estado, todos os prefeitos das congregações romanas e presidentes de conselhos pontifícios. Não havendo Papa, não há em volta da Igreja outro governo, senão os de teor administrativo. 
“Nós, digamos, perdemos todo tipo de autoridade. Essa autoridade permanece, porém, numa pessoa, o cardeal que cuida dos preparativos das eleições do conclave e, sobretudo, dentro do corpo de cardeais que poderá eleger o novo Papa”, explicou Dom João.  
Sobre o Conclave
Segundo Dom João, serão cerca de 130 cardeais que irão participar do conclave que elegerá o novo Papa. Eles terão a missão de escutar a Deus e “abrir o coração para este discernimento", afirma Dom João. 
“É um momento de oração, de discernimento, onde toda a Igreja deve acompanhar com atenção, a fim de que realize sua missão de levar a salvação e a verdade de Cristo a todos. Sobretudo nesse momento que me parece ter uma solenidade muito grande porque é um momento de grandes mudanças”, enfatizou. 
Para o cardeal, esse tempo que os católicos estão vivendo é o momento para toda a Igreja estar unida e acompanhar, rezar e viver com muita responsabilidade.  

André Alves
Da Redação

Canção Nova Notícias

Mensagem do Papa Bento XVI






O Papa Bento XVI enviou uma mensagem aos brasileiros por ocasião do ínico da Campanha da Fraternidade nesta quarta-feira de Cinzas, 13. O Papa destacou que a Campanha é um estímulo em preparação à Páscoa e que de bom grado se une a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil.

Para mais detalhes, acesse:

http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=288707

Evangelho (Mt 9,14-15):


EVANGELHO DO DIA 15 DE FEVEREIRO DE 2013 - SEXTA-FEIRA

Evangelho (Mt 9,14-15): 



Então, chegaram ao pé dele os discípulos de João, dizendo: Por que jejuamos nós e os fariseus muitas vezes, e os teus discípulos não jejuam? E disse-lhes Jesus: «Podem porventura andar tristes os filhos das bodas, enquanto o esposo está com eles? Dias, porém, virão, em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão».

Palavra da Salvação!